Lula e Flávio Bolsonaro mantêm empate no segundo turno, aponta pesquisa BTG Pactual/Nexus

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Na sexta pesquisa BTG Pactual /Nexus para a eleição presidencial 2026 , divulgada nesta segunda-feira (13), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 47% e Flávio Bolsonaro (PL-RJ) com 44% em um eventual segundo turno. Ambos mantiveram os mesmos porcentuais do último levantamento, divulgado em 29 de junho.

Com os 3 pontos de diferença mentidos, ambos seguem empatados tecnicamente, já que a margem de erro é de 2 pontos porcentuais para cima ou para baixo. Neste cenário, nenhum/branco/nulo somariam 8% e 1% estaria indeciso ou não respondeu.

Atualizado em Fonte: BTG Pactual/Nexus i Notícias

Entre última pesquisa e atual, Flávio Bolsonaro enfrentou uma crise familiar e partidária com a madrasta e ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro , pré-candidata do PL ao Senado. Após vídeo publicado em redes sociais no qual relata ter sido “humilhada” por Flávio em discussões sobre as articulações políticas conduzidas pelo PL no Ceará, Michelle deixou a presidência do PL Mulher.

Outros cenário de segundo turno

A pesquisa BTG Pactual/Nexus traçou outros três cenários com embates do presidente e os ex-governadores e pré-candidatos Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD), além de Renan Santos (Missão).

Contra Caiado, Lula teria vantagem de 47% a 38%, ante 47% a 39% de 29 de junho. Em um segundo turno contra o ex-governador mineiro, Lula teria 47% a 40%, ante 48% contra 38% na pesquisa anterior. Se o adversário fosse Renan Santos, o presidente venceria por 49% a 35%, ante 48% a 36%.

Cenários de primeiro turno

Atualizado em Fonte: BTG Pactual/Nexus i Notícias

A sexta edição da pesquisa BTG Pactual/Nexus repetiu o cenário de primeiro turno com nove pré-candidatos a presidente. Lula lidera com 40%, ante 42% no levantamento de 29 de junho e é seguido por Flávio Bolsonaro, que obteve 34%, mesmo porcentual do levantamento anterior.

Eles são seguidos por Caiado, com 5%, Renan Santos e Zema, com 4% cada. Joaquim Barbosa (DC) e Augusto Cury (Avante) aparecem com 2%, e Cabo Daciolo (Mobiliza), com 0%. O deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG), que desistiu da disputa após o registro da pesquisa, apareceu com 1%.

O total de brancos, nulos e os que não votariam em nenhum dos nomes apresentados foi de 6% e os indecisos ou que não opinaram somaram 3%.

Para 70% dos que mencionaram algum candidato, a decisão de voto está tomada e não mudará, ante 74% há duas semanas. Outros 29%, ante 25% de 29 de junho, poderão mudar e 1% não soube ou não respondeu.

Espontânea e Rejeição

Na pesquisa espontânea, Lula saiu de 38% das intenções de voto no levantamento anterior para 35% e Flávio Bolsonaro saiu de 27% para 24%. Renan Santos, Zema e Caiado apareciam com 3%, 2% e 1%, respectivamente. Agora, têm 2%, 3% e 2% na pesquisa espontânea.

Outros candidatos foram lembrados por um total de 4%. Nesse primeiro levantamento de julho, 22% não souberam responder ou não opinaram na pesquisa espontânea, ante 20% em 29 de junho, e o total de brancos, nulos e os que não votariam em nenhum nome foi de 8%.

A rejeição a Lula saiu de 49% para 46% do eleitorado brasileiro. Flávio Bolsonaro saiu de 51% para 50% de rejeição. O potencial de voto de Lula era de 50% e cresceu para 52% e o de Flávio Bolsonaro variou de 46% para 47%.

Avaliação do governo e aprovação do presidente

O levantamento perguntou como o entrevistado avalia o governo do presidente Lula e 16% responderam ótimo (18% há duas semanas), 19% bom (20% na pesquisa passada) e 24% consideraram regular, ante 18% na pesquisa anterior. Outros 8% consideraram o governo ruim, ante 9% no levantamento passado, e 33% como péssimo, mesmo porcentual da pesquisa de 29 de junho. Já 1% não respondeu e não soube avaliar.

O trabalho do governo do presidente Lula foi aprovado por 47%, ante 48% de duas semanas atrás, e desaprovado também por 47% dos entrevistados, ante 48% na pesquisa anterior. Os que não responderam e não souberam dar uma avaliação variaram de 4% para 6% entre as pesquisas.

Metodologia

A pesquisa foi realizada por telefone com eleitores maiores de 16 anos. Foram entrevistadas 2.003 pessoas entre sexta-feira (10) e este domingo (12) nos 26 estados e no Distrito Federal. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos, um índice de confiança de 95% e a pesquisa foi tem o registro BR-07981/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) .