A redução da participação do Banco Central da Noruega na Raízen (RAIZ4 ), a recomendação de compra da SpaceX (SPCX) por mais bancos e o novo comunicado da Brava Energia (BRAV3) sobre a OPA da Ecopetrol são alguns dos destaques corporativos desta quarta-feira (8).
Confira o Radar do Mercado
Raízen (RAIZ4): Banco Central da Noruega reduz participação
A Raízen (RAIZ4 ) informou que recebeu correspondência do Norges Bank Investment Management (Banco Central da Noruega) comunicando a redução de sua participação acionária na companhia.
Segundo o documento, o fundo passou a administrar 60.681.900 ações preferenciais da Raízen, o equivalente a 4,47% do total dessa classe de papéis emitidos pela empresa. Até 15 de abril de 2025, o banco da Noruega contava com uma participação de 4,997%. Leia mais
Citi, Morgan e Bofa se unem ao BTG Pactual ao recomendar compra de SpaceX (SPCX)
O Citi , Morgan Stanley e o Bank of America (BofA) orbitaram no mesmo otimismo em relação à SpaceX (SPCX), iniciando a cobertura das ações da empresa aeroespacial com recomendações de compra. Mas cada casa financeira adotou um preço-alvo diferente para a companhia.
Em relatório, o Citi iniciou a cobertura com preço-alvo de US$ 200 para o fim de 2026. “Acreditamos que esse preço-alvo é um marco na trajetória rumo aos US$ 900 ou mais — patamar que se torna realista caso conquistas importantes de engenharia sejam demonstradas em escala”, pontuaram os analistas. Leia mais
Brava Energia (BRAV3): Recurso da Ecopetrol sobre OPA vai ao colegiado da CVM
A Brava Energia (BRAV3) comunicou ao mercado que o recurso apresentado pela Ecopetrol no âmbito da oferta pública de aquisição (OPA) de controle da companhia foi encaminhado para análise do colegiado da Comissão de Valores Mobiliários ( CVM).
De acordo com fato relevante, a Superintendência de Registro de Valores Mobiliários da CVM ratificou o entendimento anterior sobre o caso e decidiu encaminhar o recurso para a análise da instância máxima do regulador. Leia mais
Moura Dubeux (MDNE3): o que está por trás dos números do 2T26 — e por que o CEO vê 2026 mais forte
A queda de mais de 8% das ações da Moura Dubeux ( MDNE3 ), um dia após a companhia divulgar sua prévia operacional do segundo trimestre de 2026 (2T26) , não preocupa o CEO, Diego Villar, que ponderou que o desempenho negativo não necessariamente tem relação com os números apresentados.
Em entrevista ao Money Times , o executivo afirmou que a companhia caminha para entregar uma performance superior à prometida ao mercado para este ano, mesmo após ter reduzido lançamentos e vendas entre abril e junho. Leia a entrevista completa
Natura (NATU3) prepara mercado para queda de até 10% na receita líquida do 2T26
A Natura (NATU3) divulgou ao mercado resultados preliminares referentes ao segundo trimestre de 2026 (2T26), antecipando uma potencial queda na receita líquida consolidada do período, estimada entre R$ 5,1 bilhões e R$ 5,2 bilhões, implicando uma redução anual entre 9% e 10%.
No fato relevante, a empresa do setor de cosméticos cita o ambiente de consumo desaquecido no Brasil e ajustes operacionais internos como fatores que pressionaram a receita líquida no período de abril a junho, em uma magnitude maior do que a inicialmente prevista. Leia mais
Small cap da bolsa aprova nova distribuição de dividendos; veja datas e valores por ação
Uma das small caps negociadas na bolsa de valores, a Mitre Realty ( MTRE3 ) aprovou a distribuição de R$ 9 milhões em dividendos intermediários. Segundo o documento, o pagamento será realizado em três parcelas iguais de R$ 3 milhões cada, sem incidência de correção monetária ou juros. Leia mais
O ‘lado invisível’ da Eucatex (EUCA4) que o mercado não acompanha, segundo o VP
Engana-se quem pensa que uma das principais fabricantes de painéis, portas e tintas do Brasil, a Eucatex (EUCA4), foca apenas nas vendas de seus produtos. Na verdade, é justamente longe da comercialização que está o mecanismo que ajuda a explicar os números apresentados pela small cap nos últimos trimestres.
Trata-se da base florestal. Um ativo que ganhou ainda mais importância diante dos impactos das condições climáticas sobre a produtividade dos plantios.
A companhia, inclusive, traçou o objetivo de reforçar este que é um dos pilares menos visíveis, mas mais estratégicos do seu negócio, segundo contou ao Money Times o vice-presidente, Antonio Goulart. Leia a entrevista completa
Cury (CURY3) cresce em lançamentos, mas vendas liquidas caem no 2T26
A Cury (CURY3) encerrou o segundo trimestre de 2026 com crescimento nos lançamentos, geração de caixa positiva e o maior banco de terrenos de sua história, segundo prévia operacional.
Apesar disso, as vendas líquidas alcançaram R$ 2,05 bilhões no trimestre, queda de 9,5% frente ao segundo trimestre de 2025. A velocidade de vendas (VSO líquida) ficou em 40,5%, abaixo dos 47,5% registrados um ano antes. Leia mais
Banco Pine (PINE4) anuncia JCP de R$ 69 milhões; veja quem tem direito
O Banco Pine (PINE4) aprovou o pagamento de R$ 69 milhões em juros sobre o capital próprio (JCP) . O valor corresponde a R$ 0,2714290 por ação, em montante bruto, sujeito à incidência de Imposto de Renda retido na fonte à alíquota de 17,5%, conforme determina a legislação vigente. Leia mais
Tenda (TEND3) bate recordes de lançamentos e vendas no 2º trimestre
A Tenda (TEND3) divulgou sua prévia operacional do segundo trimestre de 2026, marcada por recordes em lançamentos, vendas brutas, vendas líquidas e banco de terrenos.
A construtora lançou 14 empreendimentos entre abril e junho, com Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 1,68 bilhão, alta de 54,4% na comparação anual e de 18,8% em relação ao trimestre anterior. Leia mais
*Com informações da Reuters e Estadão Conteúdo
*Com supervisão de Juliana Américo