Bitcoin (BTC) caminha para fechar semana em alta acima dos US$ 61 mil; veja o que foi destaque na semana das criptomoedas

MoneyTimes
Apri MoneyTimes

O bitcoin (BTC) é negociado na casa dos US$ 61 mil, com uma alta de pouco mais de 1% nas primeiras horas do dia. No acumulado da semana, a maior criptomoeda do mundo avança pouco mais de 4%.

O mercado global de criptomoedas opera em alta, com alguns tokens saltando mais de 7% nas últimas 24h. No acumulado dos últimos sete dias, alguns tokens avançam mais de 20%, de acordo com o Coin Market Cap.

No mercado tradicional , as bolsas asiáticas fecharam em alta. O mercado europeu opera sem um único sinal, enquanto os futuros de Nova York estão fechados.

A sessão desta sexta-feira (3) deve ser marcada por menor liquidez nos mercados globais, uma vez as bolsas e os mercados à vista dos Estados Unidos estão fechados devido ao Feriado de da Independência.

Veja o desempenho das dez maiores criptomoedas do mundo hoje:

#Criptomoeda (Ticker)Preço24h7dYTD
1Bitcoin (BTC)US$ 61.914,441,09%-4,27%-29,25%
2Ethereum (ETH)US$ 1.741,945,82%12,68%-41,29%
3Tether (USDT)US$ 0,99870,00%-0,02%-0,03%
4BNB (BNB)US$ 565,881,19%-0,41%-34,45%
5USDC (USDC)US$ 0,99970,01%0,00%0,00%
6XRP (XRP)US$ 1,102,31%8,20%-39,79%
7Solana (SOL)US$ 81,331,46%18,58%-34,66%
8TRON (TRX)US$ 0,31980,98%-0,58%-12,52%
9Hyperliquid (HYPE)US$ 69,086,82%11,43%171,64%
10Dogecoin (DOGE)US$ 0,075611,98%2,80%-35,53%
Fonte: Coin Market Cap

A semana do bitcoin (BTC) e das criptomoedas

Na segunda-feira (29), o bitcoin começou sendo negociado perto de US$ 60 mil, após recuperar esse patamar, embora acumulasse perdas superiores a 12% nos sete dias anteriores.

O mercado reagia ao alívio nas tensões entre Estados Unidos e Irã, mas permanecia pressionado pelo aumento dos custos de financiamento globais e pela busca dos investidores por proteção contra novas quedas.

Analistas destacavam que os níveis de suporte mais importantes estavam próximos de US$ 58 mil para o bitcoin e US$ 1.500 para o ethereum (ETH).

Na terça-feira (30), o cenário piorou. O bitcoin voltou a perder o suporte dos US$ 60 mil e passou a ser negociado ao redor de US$ 59,2 mil, em meio à expectativa pelos dados do mercado de trabalho dos Estados Unidos.

Os investidores aguardavam os números do relatório Jolts e, principalmente, o payroll — que só viria a ser divulgado na última quinta-feira (2) —, buscando sinais sobre os próximos passos do Federal Reserve (Fed). A percepção de que um mercado de trabalho resiliente pode manter os juros elevados continuou pesando sobre os ativos digitais.

Já na quarta-feira (1º), o movimento de baixa continuou levando o bitcoin para a faixa dos US$ 58,6 mil. Após três dias de queda, o BTC começou a forte recuperação na quinta-feira (2), interrompendo a sequência negativa observada desde o início da semana.

O movimento foi impulsionado pela divulgação do relatório ADP de empregos privados dos Estados Unidos, que veio abaixo das expectativas do mercado. Na sequência, o payroll mostrou que os EUA abriram 57 mil vagas de trabalho no mês passado , número bem abaixo das expectativas do mercado e próximo da média de 36 mil empregos criada nos últimos 12 meses. Já a taxa de desemprego caiu de 4,3% para 4,2%.

Os dados reforçaram a percepção de desaceleração gradual da economia americana e aumentou as apostas em um possível corte de juros pelo Federal Reserve, cenário geralmente favorável aos ativos de risco, incluindo as criptomoedas.