Petrobras (PETR4), Prio (PRIO3) e outras petroleiras recuam nesta quarta (24) com Brent a US$ 73

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O petróleo opera nos níveis mais baixos desde o início do conflito no Oriente Médio, com o Brent sendo negociado na faixa dos US$ 73 o barril. O movimento pressionou as petroleiras na bolsa brasileira, principalmente a Petrobras (PETR3 ; PETR4 ) e a Prio ( PRIO3 ), que aparecem, respectivamente, como a segunda e a terceira maior queda do Ibovespa (IBOV) nesta quarta-feira (24).

Por volta das 15h30 (horário de Brasília), a Prio, considerada mais sensível aos preços da commodity, recuava 3,05%, a R$ 54,39.

Já os papéis da Petrobras, que posseum peso de cerca de 12% no Ibovespa, pesavam sobre o índice: as ações ordinárias PETR3 registravam perdas de 3,18%, a R$ 42,58, e as preferenciais PETR4 tinham baixa de 2,47%, a R$ 38,36.

PETR4 aparecia como a segunda ação mais negociada do mercado acionário doméstico, com mais de 33,9 mil negócios e giro financeiro de R$ 1,5 bilhão, no mesmo horário.

Outras petroleiras como a Brava Energia ( BRAV3) e a PetroReconcavo (RECV3 ) também operavam no território negativo, com baixas de, respectivamente, 0,95% e 1,78%.

O que está por trás da baixa do petróleo?

Mais cedo, o presidente dos Estados Unidos , Donald Trump, publicou na rede Truth Social que o Irã negou a implementação de pedágios no Estreito de Ormuz para a passagem de navios. Com isso, a commodity atingiu o menor nível desde o início do conflito no Oriente Médio.



Segundo o presidente norte-americano, o país persa disse que “não há pedágios, não há custos de seguro e nem qualquer outro tipo de cobrança sendo exigida ou recebida pelo Irã de navios que transitam pelo Estreito de Ormuz”.

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No entanto, Trump afirmou que caso a informação seja falsa, as negociações seriam “encerradas imediatamente”.

Os contratos futuros do petróleo Brent para setembro, referência no mercado internacional, fecharam a 3,81%, a US$ 73,87 o barril, negociados na Intercontinental Exchange (ICE) de Londres.