Do básico ao intermediário: Passagem por valor ou por referência
Do básico ao intermediário: Passagem por valor ou por referência
Neste artigo você entenderá na prática a diferença entre passagem por valor e passagem por referência. Apesar de ser algo aparentemente simples e que não causa problemas. Muitos programadores com uma boa carga de experiência costumam tomar verdadeiras surras de seus códigos, justamente por conta deste pequeno detalhe. Saber quando, como e porque usar uma passagem por valor ou uma passagem por referência, fará grande diferença na sua vida como programador. O conteúdo exposto aqui, visa e tem como objetivo, pura e simplesmente a didática. De modo algum deve ser encarado como sendo, uma aplicação cuja finalidade não venha a ser o aprendizado e estudo dos conceitos mostrados.
Do básico ao intermediário: Comando WHILE e DO WHILE
Do básico ao intermediário: Comando WHILE e DO WHILE
Neste artigo, vermos de maneira prática e bastante didática o primeiro comando de laço. Apesar de muitos iniciantes temerem nas bases quando precisa criar laços. Saber como fazer isto de maneira adequada e segura. É algo que somente a experiência e prática irá lhe fornecer. Mas quem sabe, eu possa lhe ajudar a reduzir as dores e sofrimento. Isto lhe mostrando os principais problemas e cuidados a serem tomados quando for utilizar laços em seus códigos. O conteúdo exposto aqui, visa e tem como objetivo, pura e simplesmente a didática. De modo algum deve ser encarado como sendo, uma aplicação cuja finalidade não venha a ser o aprendizado e estudo dos conceitos mostrados.
Do básico ao intermediário: Comando IF ELSE
Do básico ao intermediário: Comando IF ELSE
Neste artigo iremos ver como trabalhar com o comando IF e seu parceiro ELSE. Este que é o comando mais importante e significativo que existe em qualquer linguagem de programação. Porém apesar de ser muito simples de ser usado. O mesmo as vezes causa alguma confusão quando nos falta experiência no seu uso e nos conceitos a serem utilizados no mesmo. O conteúdo exposto aqui, visa e tem como objetivo, pura e simplesmente a didática. De modo algum deve ser encarado como sendo, uma aplicação cuja finalidade não venha a ser o aprendizado e estudo dos conceitos mostrados.
Desenvolvendo um sistema de Replay (Parte 61): Dando play no serviço (II)
Desenvolvendo um sistema de Replay (Parte 61): Dando play no serviço (II)
Acompanhe neste artigo, as modificações que foram necessárias serem feitas, para que o serviço de replay / simulação, pudesse trabalhar de forma mais eficiente e segura. Aqui também, irei mostrar algo que pode ser de grande interesse para quem deseja fazer um uso mais eficiente das classes. Além de falar e explicar como contornar um problema que existe no MQL5, que reduz a performance do código quando usamos classes.
Desenvolvendo um sistema de Replay (Parte 60): Dando play no serviço (I)
Desenvolvendo um sistema de Replay (Parte 60): Dando play no serviço (I)
Já faz um bom tempo que estamos mexendo apenas no indicadores. Mas agora chegou a hora de fazer o serviço voltar a executar o seu trabalho, a fim de que possamos ver o gráfico sendo construído com os dados informados. Mas como nem tudo é tão simples, será preciso ver para entender o que nos espera.
Gerenciador de risco para operar manualmente
Gerenciador de risco para operar manualmente
Neste artigo, falaremos em detalhes sobre como escrever uma classe gerenciadora de risco para negociar manualmente a partir do zero. Essa classe também poderá servir como base para os traders que operam usando programação.
DoEasy. Funções de serviço (Parte 1): Padrões de preços
DoEasy. Funções de serviço (Parte 1): Padrões de preços
Neste artigo, começaremos a desenvolver métodos para buscar padrões de preço usando dados de séries temporais. Um padrão tem um certo conjunto de parâmetros, comuns a qualquer tipo de padrão. Todos os dados desse tipo serão concentrados na classe de objetos do padrão abstrato base. No artigo atual, criaremos uma classe de padrão abstrato e uma classe de padrão Pin Bar.
Rede neural na prática: Esboçando um neurônio
Rede neural na prática: Esboçando um neurônio
Neste artigo, faremos a confecção de um neurônio básico. Apesar de ele ser algo simples, e muitos acharem que o código é totalmente bobo e sem nenhum propósito. Quero que você, meu caro leitor, e entusiasta pelo tema de redes neurais. Brinque e se divirta estudando este simples esboço de neurônio. Não precisa ficar com receio de mexer no código a fim de entender o mesmo.
Do básico ao intermediário: Operadores
Do básico ao intermediário: Operadores
Neste artigo vamos ver um pouco sobre os operadores básicos. Apesar de ser um assunto bem fácil de ser compreendido. Existem alguns pequenos detalhes, que fazem muita diferença na hora de colocar expressões matemáticas em formato de código. Sem entender de maneira adequada tais detalhes. Muitos programadores com quase nenhuma experiência, acabam desistindo de tentar criar suas próprias soluções.
O escore de propensão na inferência causalidade
O escore de propensão na inferência causalidade
O artigo examina o tema de pareamento na inferência causal. O pareamento é utilizado para comparar observações semelhantes em um conjunto de dados. Isso é necessário para determinar corretamente os efeitos causais e eliminar o viés. O autor explica como isso ajuda na construção de sistemas de negociação baseados em aprendizado de máquina, que se tornam mais estáveis em novos dados nos quais não foram treinados. O escore de propensão desempenha um papel central e é amplamente utilizado na inferência causal.
Algoritmos de otimização populacional: Resistência a ficar preso em extremos locais (Parte I)
Algoritmos de otimização populacional: Resistência a ficar preso em extremos locais (Parte I)
Este artigo apresenta um experimento único que visa examinar o comportamento dos algoritmos de otimização populacional no contexto de sua capacidade de escapar eficientemente de mínimos locais quando a diversidade populacional é baixa e alcançar máximos globais. Trabalhar nessa direção fornecerá uma visão mais aprofundada sobre quais algoritmos específicos podem continuar sua busca com sucesso usando coordenadas definidas pelo usuário como ponto de partida e quais fatores influenciam seu sucesso.
EA de grid-hedge modificado em MQL5 (Parte III): Otimização de uma estratégia de cobertura simples (I)
EA de grid-hedge modificado em MQL5 (Parte III): Otimização de uma estratégia de cobertura simples (I)
Na terceira parte, retornamos aos EAs Simple Hedge e Simple Grid, desenvolvidos anteriormente. Agora, vamos melhorar o Simple Hedge EA por meio de análise matemática e abordagem de força bruta (brute force) com o objetivo de otimizar o uso da estratégia. Este artigo se aprofunda na otimização matemática da estratégia, estabelecendo a base para a futura pesquisa de otimização baseada em código nas partes seguintes.
Redes neurais de maneira fácil (Parte 79): consultas agregadas de características (FAQ)
Redes neurais de maneira fácil (Parte 79): consultas agregadas de características (FAQ)
No artigo anterior, nos familiarizamos com um dos métodos de detecção de objetos em imagens. No entanto, o processamento de imagens estáticas é um pouco diferente do trabalho com séries temporais dinâmicas, como aquelas relacionadas à dinâmica dos preços que estamos analisando. Neste artigo, quero apresentar a você o método de detecção de objetos em vídeo, que é mais relevante para a nossa tarefa atual.
Desenvolvendo um sistema de Replay (Parte 59): Um novo futuro
Desenvolvendo um sistema de Replay (Parte 59): Um novo futuro
O correto entendimento das coisas, nos permite fazer mais e com menos esforço. Neste artigo irei explicar por que temos que temporizar a colocação do template, antes do serviço realmente começar a mexer no gráfico. Além disto, que tal melhorar o indicador de mouse, para podermos fazer mais coisas com ele.
Do básico ao intermediário: Variáveis (III)
Do básico ao intermediário: Variáveis (III)
Aqui iremos ver como usar variáveis e constantes predefinidas pela linguagem MQL5. Além disto iremos dar uma rápida pincelada em um outro tipo especial de variável, que são as funções. Existem diversas situações em que saber como trabalhar da forma correta com tais variáveis, pode ser a diferença entre uma aplicação que funciona e uma que não funciona. O requisito para entender o que será visto aqui, é ter compreendido o que foi visto nos artigos anteriores.
Desenvolvendo um cliente MQTT para Metatrader 5: uma abordagem TDD — Parte 6
Desenvolvendo um cliente MQTT para Metatrader 5: uma abordagem TDD — Parte 6
Este artigo é a sexta parte de uma série que descreve nossas etapas de desenvolvimento de um cliente MQL5 nativo para o protocolo MQTT 5.0. Nesta parte, comentamos as principais mudanças em nosso primeiro refatoramento, como chegamos a um modelo viável para nossas classes de construção de pacotes, como estamos construindo pacotes PUBLISH e PUBACK, e a semântica por trás dos Códigos de Motivo PUBACK.
Desenvolvendo um sistema de Replay (Parte 42): Projeto do Chart Trade (I)
Desenvolvendo um sistema de Replay (Parte 42): Projeto do Chart Trade (I)
Vamos agora criar algo um pouco mais interessante. No entanto, iremos fazer de forma que o código que mostrei no passado, estará completamente obsoleto. Mas não vou estragar a surpresa. Acompanhe o artigo para entender. Desde o inicio desta sequencia sobre como desenvolver um sistema de replay / simulação, venho dizendo que a ideia aqui, é usar a plataforma MetaTrader 5, de forma idêntica, tanto no sistema que estamos desenvolvendo, quanto no mercado real. É importante que isto se dê de maneira adequada. Você não vai querer treinar e aprender a lutar usando determinadas ferramentas, e na hora da briga ter que usar outras.
Classe base de algoritmos populacionais como alicerce para otimização eficiente
Classe base de algoritmos populacionais como alicerce para otimização eficiente
Uma tentativa única de pesquisa para combinar uma série de algoritmos populacionais em uma única classe com o objetivo de simplificar a aplicação dos métodos de otimização. Essa abordagem não apenas abre possibilidades para o desenvolvimento de novos algoritmos, incluindo variantes híbridas, mas também estabelece um banco de testes básico universal. Este banco se torna uma ferramenta chave para a escolha do algoritmo ideal, dependendo da tarefa específica em questão.
Trabalho com modelos ONNX nos formatos float16 e float8
Trabalho com modelos ONNX nos formatos float16 e float8
Os formatos de dados utilizados para representar modelos de aprendizado de máquina desempenham um papel fundamental em sua eficiência. Nos últimos anos, surgiram vários novos tipos de dados desenvolvidos especificamente para trabalhar com modelos de aprendizado profundo. Neste artigo, vamos focar em dois novos formatos de dados que se tornaram amplamente utilizados nos modelos modernos.